Perguntaram como eu mantenho equilíbrio em certas ocasiões da vida, sem escorregar, um dia desses...
Minha resposta?
Bom, eu paquerei a insanidade em troca desse equilíbrio.
Acharam estranho... Mas, penso que qualquer um que se aproxime intimamente da insanidade, como eu fiz, que paquere-a, corteje-a, e ainda por cima saia com este equilíbrio ao qual referem-se, vai entender o que estou dizendo.
Não quero dizer com isso que eu sou de todo equilibrada, até porque, acho que isso é impossível de existir, o total equilíbrio. Pelo menos nunca conheci alguém que o possua. Até os maiores gênios são um pouco pirados. Aliás, lendo sobre as histórias de alguns por aí, da arte e da literatura, cheguei à conclusão de que o próprio fato de alcançar a genialidade é um tipo de loucura.
Equilibrada, eu? Não. Mas possuo o equilíbrio e o controle pra certas coisas, que antes não possuia. Antes da insanidade, eu digo.
Ela ensina mes-mo, gente!
A maior lição que eu aprendi ao ser taxada de maluca, anti-social, ou até mesmo ao ser questionada com perguntas como essa que me fizeram é a seguinte: Se estão me taxando de maluca agora, ou questionando como eu deixei de ser a maluca de antes, é um sinal de equilíbrio vívido!
É o seu caso, também?
Brindemos.
domingo, 30 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Amor? Ah.. Os amores!
As pessoas sempre associam amor com afeto.
Amor não é só afeto. Afeto aqui significando ações afetivas. Abraços, beijos, declarações verbais, expressões de amor afetivo, enfim.
E isto é bem verdade. Porém, parece-me que está na moda hoje em dia pensar-se somente em amor afetivo, e esquecer-se do amor efetivo, que, oras... Não deixa de ser amor!
Alguns de nós, e me incluo nesta lista, não temos facilidade em sermos afetivos com as pessoas à quem amamos, e isso pode, e com frequência o é, ser visto como uma atitude de indiferença nossa para com essas pessoas, quando, na verdade, isso não quer dizer de forma alguma que não amamos e nos importamos com essas pessoas!
A gente pode amar, como eu dizia, EFETIVAMENTE.
Ao invés de dar um abraço, um beijo ou declararmo-nos publicamente, podemos fazer algo bom para nossos entes amados. E esse simples fazer algo bom, é amor!
Isto é, afinal de contas, efetuar o amor!
Amor efetivo pode ser um bombom misterioso deixado ao lado da pessoa, o gratuito ajudar, um sorriso timido e discreto, porém sincero, um presente que se entrega em casa, ainda que não venha acompanhado de um abraço caloroso, tudo isto, sendo feito com o coração, é muito amor!
Eu, particularmente, acho mais confortável, e diria até, possível, no meu caso, amar efetivamente do que afetivamente. Prefiro até mesmo ser amada desta forma, apesar de saber que isso está longe de ser uma decisão de minha alçada.
O único problema é que, neste mundo louco de hoje, as pessoas não reconhecem este tipo de amor. Algumas vezes mencionei-o em conversas à respeito de assuntos relativos, e precisei explicar o que a expressão significa.
As pessoas hoje, já não traduzem atos como amor.
As pessoas até mesmo confundem amor com coisas como sexo e capitalismo, às vezes até mesmo juntando-os um ao outro para que "se invente" o amor.
As pessoas desaprenderam a amar com os corações cegos de sentidos aguçados que nos foram dados.
Desaprendemos o sentido do do sentir.
O amor.
Amor não é só afeto. Afeto aqui significando ações afetivas. Abraços, beijos, declarações verbais, expressões de amor afetivo, enfim.
E isto é bem verdade. Porém, parece-me que está na moda hoje em dia pensar-se somente em amor afetivo, e esquecer-se do amor efetivo, que, oras... Não deixa de ser amor!
Alguns de nós, e me incluo nesta lista, não temos facilidade em sermos afetivos com as pessoas à quem amamos, e isso pode, e com frequência o é, ser visto como uma atitude de indiferença nossa para com essas pessoas, quando, na verdade, isso não quer dizer de forma alguma que não amamos e nos importamos com essas pessoas!
A gente pode amar, como eu dizia, EFETIVAMENTE.
Ao invés de dar um abraço, um beijo ou declararmo-nos publicamente, podemos fazer algo bom para nossos entes amados. E esse simples fazer algo bom, é amor!
Isto é, afinal de contas, efetuar o amor!
Amor efetivo pode ser um bombom misterioso deixado ao lado da pessoa, o gratuito ajudar, um sorriso timido e discreto, porém sincero, um presente que se entrega em casa, ainda que não venha acompanhado de um abraço caloroso, tudo isto, sendo feito com o coração, é muito amor!
Eu, particularmente, acho mais confortável, e diria até, possível, no meu caso, amar efetivamente do que afetivamente. Prefiro até mesmo ser amada desta forma, apesar de saber que isso está longe de ser uma decisão de minha alçada.
O único problema é que, neste mundo louco de hoje, as pessoas não reconhecem este tipo de amor. Algumas vezes mencionei-o em conversas à respeito de assuntos relativos, e precisei explicar o que a expressão significa.
As pessoas hoje, já não traduzem atos como amor.
As pessoas até mesmo confundem amor com coisas como sexo e capitalismo, às vezes até mesmo juntando-os um ao outro para que "se invente" o amor.
As pessoas desaprenderam a amar com os corações cegos de sentidos aguçados que nos foram dados.
Desaprendemos o sentido do do sentir.
O amor.
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